Os esportes motorizados não são os prediletos dos apostadores brasileiros: 3 motivos por trás disso

O Brasil já teve seu auge de idolatria na Fórmula 1. O saudoso Ayrton Senna foi um dos maiores nomes da história do esporte brasileiro, e até hoje, o legado dele continua influenciando aqueles que gostam não só desse, mas também de outros esportes motorizados.

No caso das apostas esportivas online, também existem opções para quem gosta de esportes a motor. Hoje, as casas de apostas oferecem uma variedade grande de modalidades. Para ver isso na prática, basta acessar o portal Legalbet, que avalia operadores legais no Brasil, e conferir o review que analisa se Bateu.bet.br é confiável.

Nele, é possível ver que, por exemplo, esta plataforma de apostas bem estruturada pode oferecer mais de 30 modalidades esportivas, entre as quais se encontram categorias de automobilismo como Nascar, Moto GP, IndyCar e Stock Car. Outras plataformas de apostas de qualidade seguem um padrão semelhante, com uma oferta ampla variedade de modalidades de automobilismo.

Mas, por que, segundo pesquisas recentes, essa categoria ocupa apenas 9% da preferência dos apostadores no Brasil? Quem fica na frente e o que influencia nisso?

Mais sobre a popularidade dos esportes motorizados no Brasil

Na mesma pesquisa publicada pelo Grupo Globo, os esportes motorizados têm 17% de preferência entre os que não apostam, mas acompanham esportes. Isso representa a quarta colocação, algo bem relevante e positivo. Afinal, o próprio basquete fica com 15%, e no top 3 do pódio, você encontra o futebol feminino (18%), vôlei (26%) e futebol masculino (59%).

Mas, quando o assunto vai para os apostadores, a situação dos motorizados fica deprimente. No Brasil, as pessoas preferem apostar no futebol (76% dos apostadores), no basquete (23%) e no vôlei (19%). O automobilismo chega na décima terceira posição, com 9%, perdendo até para os eSports, que ficam na sétima colocação, com 12%. Por que isso acontece? Veja os 3 principais motivos a seguir.

1- Uma tendência global

Segundo outros dados divulgados anteriormente, a notícia para quem queria mais participação de esportes como a Fórmula 1 nos sites de apostas é triste não só no Brasil, mas no mundo todo.

Estima-se que a participação do principal esporte motorizado no mercado global seja de apenas 0,4%, enquanto cerca de 10% da população mundial acompanha a categoria. Ou seja, a conversão de fã para apostador não é tão grande nesses esportes, e esse movimento é mundial.

Já no Brasil, especificamente, um paralelo perfeito pode ser feito com o próprio futebol. Com certeza, esse é um dos melhores exemplos de conversão de fãs em apostadores: como o próprio estudo diz, ele é a principal porta de entrada para apostas no país.

2- Pouco investimento, pouco interesse

Com um mercado menos aquecido e menos buscado para apostas, é claro que o investimento nele também é reduzido. Não por acaso, a maioria das bets nesses esportes motorizados se concentra em mercados de longo prazo, sem tantas opções como você vê no futebol, lotado de mercados e centenas de opções, disponíveis até mesmo ao vivo.

3- Temporadas reduzidas, interesse disperso

A Formula 1 tem apenas 24 corridas na temporada, enquanto a Nascar Brasil 2026, por exemplo, apenas 21 em 2026. Isso é muito menos do que o número de partidas em ligas de futebol, onde uma única temporada reúne dezenas, e em alguns casos centenas de jogos. Então, por mais que todas as competições reunidas acabem gerando uma demanda bem relevante, o fato é que nenhum apostador está preparado para analisar e acompanhar tantas competições ao mesmo tempo. Geralmente, além da paixão pelo esporte, o que acontece é uma relação com ligas e torneios específicos.

Ninguém está esperando sentado: os planos para a expansão das apostas na F1

Pelo menos na Fórmula 1, as notícias são boas para os fãs. O próprio diretor comercial de parcerias da competição já deixou claro que há um incômodo com o baixo volume de apostas na modalidade. Sem oportunidades de palpites ao vivo, isso acaba prejudicando o engajamento do fã.

Ao mesmo tempo, ele deixa claro que a F1 já tem a estrutura perfeita de dados e está desenvolvida, a nível esportivo, de maneira suficiente para se relacionar com as apostas. O que falta, agora, é apenas investir nessa lacuna, e se isso te interessa, a boa notícia é que essas parcerias já estão acontecendo.

A ideia atual dos organizadores é começar a literalmente idealizar mercados de apostas, como apostar nas voltas dos próximos minutos, nas próprias condições temporais, entre outros fatores. Certamente, não faltam boas estatísticas e janelas para se explorar.

A Fórmula 1 pode guiar o crescimento das apostas em esportes motorizados?

Um fato: a participação dos esportes a motor no mercado de apostas hoje é decepcionante. E isso, como você viu, não é algo exclusivo do Brasil. Mas, felizmente, ainda há outro fato: atualmente, a Fórmula 1 parece estar mais atenta que nunca para expandir-se nesse sentido. Então, será que a F1 pode ser uma guia para tirar as modalidades motorizadas dos meros 9% entre os esportes mais apostados no país?