22 estatísticas do mercado de aplicativos que TODOS precisam saber

Em um ano, o número de usuários de smartphone no Brasil aumentou 48%. No final de 2015, já somavam 76,1 milhões de pessoas com acesso aos aparelhos. Esse crescimento é notável, afinal, em todos os lugares que vamos, percebemos as pessoas com os olhos fixos em seus celulares, navegando nas redes sociais, trabalhando ou se comunicando. Tudo isso através dos aplicativos!

A infinidade do número de aplicativos é a grande mudança do mundo dos celulares e a necessidade de desenvolvimento de apps tornou-se um novo nicho de mercado. Através deles, cada um pode ter o celular que mais combina com as suas necessidades e hábitos. Quer saber mais sobre o mercado de aplicativos? No post de hoje, separamos 22 estatísticas que você precisa conhecer!

22 estatísticas do mercado de aplicativos:

1 –  92% dos adultos nos EUA possui um telefone celular.

2 – Os tablets ainda são um sucesso: existem 166,7 milhões de usuários hoje e, em 2020, espera-se que esse número cresça para 185 milhões.

3 – Hoje, existem cerca de 7,3 bilhões de contratos com operadoras de celulares no mundo inteiro. E mais: até 2021, espera-se que esse número atinja 9,1 bilhões.

4 – A geração dos “millenials” já é a maior parte da população dos EUA e 81% deles usam os celulares para fazer compras.

5 – Os mais velhos também usam: a faixa de idade dos 46 aos 54 anos é a que mais cresce o número de usuários de smartphones.

6 – A maior preocupação dos usuários é a segurança das transações (30% deles se preocupam com isso).

7 – 90% dos norte americanos acessam a área de suporte ao cliente, pelo celular, após ter uma experiência de compra não satisfatória.

8 – Segundo um estudo neurocientífico, o nível de stress de um atraso, ou demora, no celular é semelhante ao de assistir a um filme de terror.

9 – Em 2015, o comércio de celulares movimentou 115 bilhões de dólares no mundo. No final deste ano, esse número deverá chegar a 142 bilhões. Isso é um crescimento de 23% em apenas um ano (maior do que o aumento do crescimento de 15% do ano anterior).

10 – As transações feitas pelos celulares representam 11% do total de comércio eletrônico. Apesar de ser ainda um índice baixo, a experiência de busca e navegação pelo celular fazer parte da jornada de compra, mesmo que a transação final ocorra em outro dispositivo.

11 – 40% das compras feitas passam por um processo de navegação em celulares, através do uso de aplicativos.

12 – Entre 2014 e 2015, o tráfego de dispositivos móveis aumentou de 40% para 75% do tráfego total de internet.

13 – Em 2020, espera-se que tablets e smartphones sejam responsáveis por 40% das vendas de comércio eletrônico.

14 – Sites otimizados para acesso mobile possuem melhores métricas: 3 visualizações de produto por visita, contra 2,3 visualizações dos sites não adaptados.

15 – Entre 2014 e 2015, houve um crescimento de 65% do tráfego em dados móveis.

16 – Em março de 2016, o tamanho médio de uma página adequada para dispositivos móveis foi de 1.300 KB.  Um ano antes, a média era de 1153 KB, representando um crescimento de quase 13% ao ano.

17 – As imagens correspondem cerca de 62% do peso total da página média.

18 – Uma maior banda larga não resolve todos os problemas, especialmente em dispositivos móveis.

19 – A variação dos tipos de Android aumentou 28% entre 2014 e 2015.

20 – O tempo de carregamento de página que gera conversões para os lojistas é de menos de 2,4 segundos. Sendo que, em carregamentos de mais de 4 segundos, a taxa de conversão não chega nem a 1%.

21 – A taxa de conversão em smartphones aumentou 450% entre 2014 e 2015.

22 – Apesar dos benefícios notáveis em melhorar o desempenho móvel, apenas 12% dos desenvolvedores consideram isso uma prioridade.

Esses números são fascinantes, não é mesmo? Mas mais interessante do que isso são as conclusões que conseguimos chegar através deles: o mercado de smartphones continua crescendo e, junto com ele, as vendas na internet. Além disso, percebe-se que o público tem grande preferência por páginas que carregam rápido. Por isso, não perca tempo com incrementos ou imagens muito pesadas.

Por fim, lembre-se: pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença!

Fonte: Solvus

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