As falhas no modelo de negócios do Uber

Sempre que se pensa em empresas bem sucedidas, vêm em mente aquelas que estão presentes do dia a dia da população. O que muitos não percebem é que mesmo estas empresas, que podem se gabar de possuir milhões de usuários mundialmente, possuem desafios e falhas críticas no modo em que investem e que escolhem monetizar negócio, ou até mesmo na cultura de conduta de seus funcionários.

Empresas reconhecidas, como o Uber, se aventuram no mercado atual oferecendo serviços inovadores, o que as fazem grandes referências. Porém, alguns empreendedores mais críticos conseguem enxergar grandes falhas no modelo que elas escolheram trabalhar, que podem afetar seu desenvolvimento a longo prazo.

É possível identificar que essas empresas, mesmo com grande valor de mercado, podem perder seus postos para novos investimentos, que podem desbancar sua soberania.

Porque o Uber não tem conserto?

O modelo de negócios do Uber foi expandido mundialmente, e já possui um número incrível de adeptos no Brasil, estando presente em todas as grandes cidades e regiões metropolitanas. Essa expansão porém, pode gerar grandes desafios.

A forma de comissionamento do Uber é fixa, que faz com que os motoristas paguem 25% do valor das viagens. Esse desconto é pouco flexível, já que é a principal forma de lucro da plataforma, o que os torna dependentes do comissionamento. Outras plataformas, que assumem modelos de comissionamento mais amigáveis, podem ser responsáveis por uma grande evasão de motoristas, que afetaria de forma crítica a economia do Uber.

Esse motivo pode ser aliado à facilidade encontrada na criação de um concorrente, ou Uber Clone, com foco regional. Já existem dezenas de aplicativos de mobilidade, e não é difícil encontrar empresas de desenvolvimento de softwares que produzam plataformas de funcionamento similar, por um investimento próximo a R$25mil. Como exemplo, temos a Codificar, de Belo Horizonte, especialista em desenvolvimento de aplicativos e plataformas prontas para o mercado de mobilidade, com clientes atuando em todo o Brasil

Outro motivo que demonstra falhas no Uber é a forma como a empresa decidiu investir e se posicionar no mundo dos negócios. Com um investimento de 4 bilhões ao ano, qualquer tipo de crise em sua estrutura pode abalar profundamente a economia da empresa. Além disso, existem investimentos pesados no ramo de carros autônomos – uma tecnologia que só deve ser adotada em larga escala nos próximos dez anos. Esse é o tempo suficiente para uma startup ser superada por outros concorrentes e até mesmo fechar as portas.

Por fim, a cultura de negócios apresentada pela empresa sempre permitiu que falhas fossem descobertas, o que fez com que vários escândalos fossem registrados ao redor do mundo. Desde grandes injustiças praticadas aos motoristas, até acusações de sexismo e abuso sexual de passageiras, é possível encontrar por toda a internet notícias sobre posicionamentos duvidosos da empresa. Com dezenas de casos e escândalos tomando a mídia desde 2012 até este ano, é possível tomar como conclusão que a cultura da empresa permanece a mesma, o que permite que novos casos possam vir a tomar espaço na mídia. Afinal, mudar a cultura empresarial de uma multinacional não é algo simples, e não parece estar nas urgências da Uber.

Estes são apenas alguns dos motivos que podem levar esta grande empresa a falhar. Mesmo que, até então, ela seja essencial para muitos, ela pode estar com seus dias contados, caso um novo rival invista e explore um modelo e uma cultura organizacional mais amigável.

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