Capítulo 3 – Estratégia #1 – Lembre-se de que todos são importantes

Prezados, Esse último ano tem sido um imenso aprendizado em gestão empresarial por marcar o fim de minha pós em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral (FDC) e também por ter iniciado um período intenso de leituras sobre o tema. E para fixar mais cada tema ou cada capítulo de livro lido durante esse período (e para melhorar minha escrita), resolvi escrever um ligerio resumo  sobre cada item estudado e em algum momento, alinhar, concordar ou discordar de algum trecho apresentado e se possível relatar um pouco de minha  experiência como empreendedor, melhor micro empreendedor. No momento estou lendo o livro Criando Magia, que fala sobre 10 estratégias de liderança desenvolvidas por Lee Cockerell, durante sua jornada na Disney. E nesse post, irei falar já do terceiro capítulo, onde realmente começam a ser delineadas as estratégias.  
Capítulo 3 – Estratégia #1 – Lembre-se de que todos são importantes.  
O principal princípio abordado é o da inclusão, da verdadeira inclusão, não somente a inclusão de pessoas de diversas culturas, religiões, etinias ou  orientação sexual, mas sim da criação do vínculo do comprometimento com os colaboradores, fazendo, que se sintam parte da empresa, demonstrando a  importância de cada um, tanto no dia a dia, como nos processos decisórios.
A inclusão é essencial, pois quando as pessoas sabem que isso é verdadeiro, elas chegam mais felizes ao trabalho e ficam ansiosas por retribuir com energia, criatividade e lealdade. Com o resultado de maior produtividade e satisfação; menos abstenção e rotatividade.   Então vamos agora a lista de 13 itens abordados pela Disney:  

  1. Deixe claro que todos são importantes. Na liderança, não basta apenas que seus funcionários sejam felizes, é necessário criar um ambiente no qual eles se destacam no que fazem.   
  2. Conheça sua equipe. Todos os profissionais têm motivações, prioridades, preferências e sonhos diferentes. Vá adiante e conheça cada um deles, tanto sua história de vida, para demonstrar sua unicidade, como seu histórico profissional, trabalhos anteriores, aptidões, talentos e objetivos de curto e médio prazo. E depois use essas informações para desenvolver o melhor de cada um.  
  3. Permita que sua equipa conheça você. A chave nesse ponto é a questão da autenticidade do líder, agindo com transparência e franqueza também em momentos de erro. Não seja um farsante, de poder inabalável, pois em um determinado momento as pessoas descobrirão e perderá a credibilidade.  
  4. Cumprimente as pessoas com sinceridade. Ao invés de ficar imerso em seu trabalho, procurando projetar uma imagem superior aos demais, busque ser uma pessoa mais amigável, “perder” um tempo dando um oi sincero as pessoas, procurando saber como elas estão, mostrando-se mais altruísta.  
  5. Leve em consideração todos os membros da equipe. Ser ouvido e escutado é uma necessidade básica dos seres humanos. Além de fomentar a auto-estuma e a autoconfiança de seus colaboradores, é uma fonte de informação curcial para o líder.  Pois em níveis menos gerenciais e mais práticos o conhecimento do líder é defasado pela cadeia hierárquica, fazendo que haja uma perda de percepção dos problemas ou possíveis soluções dos erros.  Escutar todos os níveis da equipe gerará comprometimento, inclusão e aumentará o apoio de suas decisões.  
  6. Esteja sempre a disposição do seu pessoal. Estar disponível, não significa que todas as pessoas irão tomar seu tempo, ao contrário disso, elas irão te fornecer informações necessárias para solução mais práticas e viávies de possíveis problemas que normalmente lhe exigiriam maior dedicação do seu tempo.  
  7. Ouça e procure compreender. Estar disponível não significa que ouvirá o que sua equipe deseja falar. Então seja não faça disso um gesto vazio. Procure criar empatia com o interlocutor para extrair a verdadeira mensagem que deseja transmitir e para demonstrar interesse nas opniões da sua equipe.  
  8. Comunique-se de forma clara, direta e sincera.  Esse é um ponto importantíssimo, se você não saber transmitir a mensagem a quem interessa, não obterá os resultados que deseja. Não confunda as pessoas, use uma linguagem simples e diga exatamente o que quer, com franqueza.  
  9. Defenda os excluídos. Esse é mais um ponto pessoal do autor, mas também que se refere a proposição de inclusão e para que o líder aja de forma a mitigar o motivo dessa exclusão, criando um ambiente de trabalho que seja agradável a todos.  
  10. Ignore a ordem da linha hierárquica. Sabemos que o modelo hierárquico está sendo gradativamente se concatenando com o modelo de redes, em ambiente de gestão. Para que isso ocorra é necessário confiança entre as partes e autonomia para resolução das atividades, e transparência na circulação da informação.  
  11. Não concentre toda liderança em suas mãos. Se você deseja perder seus melhores colaboradores, basta tomar decisões por eles e monitorá-los constantemente. Se quer ser um bom líder, contrate bons profissionais, solte as rédeas, comunique claramente suas responsabilidades, seu nível de autoridade e comprometimento e deixe-os trabalhar. Vale-se da nota que em momentos de crise, o líder deverá assumir o comando e as responsabilidades.
  12. Planeje a cultura da empresa. O Disney Institute define cultura corporativa como “o sistema de valores e crenças de uma organização que motiva ações e comportamentos e influencia relacionamentos”. Toda empresa tem uma cultura e a grande questão é se ela está a favor ou contra a missão da empresa. Assim, culturas bem sucedidas são estabelecidas de forma planejada, são claras, bem definidas e têm propósitos. Uma grande vantagem competitiva nos negócios, são culturas que envolvam com palavras e ações, a inclusão em todos os níveis da organização.  
  13. Trate os funcionários como você quer que seus clientes sejam tratados. A questão proposta é a relação direta entre o modo que tratamos os colaboradores e a maneira que atendem aos clientes. Assim se a organização atendem as expectativas dos funcionários, fará com que a auto-estima e a confiança deles se multiplique, e os façam se comportar de forma profissional e dedicada.   

Abordados 13 pontos relevantes para a estratégia no. 1, o autor cria uma lista de como colocar isso em prática.  

  • Sempre se pergunte o que você tem feito para demonstrar que todos são importantes e para que eles saibam disso.
  • Crie um ambiente em que todos colaboradores e clientes se sintam especiais.
  • Trate cada pessoa como indivíduo.
  • Ofereça a todos seu respeito total e incondicional.
  • Dedique-se a conhecer seus colaboradores.
  • Dê a todo funcionario as informações e os recursos para que ele aprenda o que preciso saber e adquira as qualificações necessárias.
  • Coloque-se verdadeiramente à disposição de todos os integrantes da sua equipe.
  • Conceda a todos os colaboradores, seja qual for a posição hierárquica que ocupem, a oportunidade de serem ouvidos.
  • Quando algúem falar com você, dedique toda a sua atenção à pessoa e a ouça de verdade.
  • Seja você mesmo – não projete uma imagem que não seja autêntica.

  Finalizando assim o capítulo 3, que trata da inclusão e envolvimento de todos em prol da organização.
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