Órbi conecta – um novo centro de gravidade para a inovação

Trocar informações e experiências utilizando o computador ou o smartphone é ágil e eficaz. Mas o atual estado da arte tecnológica, ainda não nos oferece uma ferramenta digital que permita o intercâmbio de dados com a mesma riqueza que há em interações humanas num mesmo espaço físico. Ainda é mais produtivo conversar acompanhando expressões faciais, entonações verbais e outras características sensoriais. E se existisse um local para estes encontros?

Surge um novo pólo de empreendedorismo

Com esta dor latente, liderados por Pedro Menezes da Cotak, um grupo de empreendedores do San Pedro Valley (o melhor ecossistema de empreendedorismo e inovação do Brasil) procurou o banco Intermedium com a intenção de inicialmente unir startups e seus empreendedores em um espaço colaborativo, para que juntos pudessem desfrutar da proximidade física em busca de maior troca de ideias, experiências e conhecimento. A proposta foi tão bem aceita pela comunidade de empreendedores e grandes empresas mineiras que, quase sem querer, um novo pólo de inovação começou a ser idealizado – assim nasceu o Órbi.

Logo nos primeiros dias, o banco Intermedium comprou a proposta de criar um novo centro de gravidade. Um ponto de forças de atração para que startups nascentes, empresas de inovação, investidores e mantenedores tivessem um espaço para orbitar. Cada elemento com possibilidade de trilhar seu próprio caminho, mas sempre atraídos por uma grande massa de conhecimento. Pelo desejo de fazer a diferença positiva e de compor um corpo com muita matéria disruptiva. E com a chancela do melhor banco digital brasileiro, pouco a pouco, outros grandes players do cenário mineiro se uniram ao time de mantenedores do projeto: Localiza, MRV e BMG Uptech.

Em reuniões semanais, os empreendedores Pedro Menezes, Thiago Delgado da Codificar, Diogo Borges da DuCash, Leandro Lima da AnyConsulting, André e Paulo Caputo da Baanko e a advogada Anna Martins da JBL Advogados elencaram os verticais de um novo projeto para fomentar o desenvolvimento tecnológico e disruptivo em Belo Horizonte. Os encontros eram feitos normalmente ao final de um dia de trabalho e se estendia até tarde da noite, sempre com apoio e participação de diretores e chiefs do Intermedium e demais parceiros. Inclusive muitas das reuniões foram realizadas nas sedes de cada uma das empresas citadas. Reuniões regadas à café, planilhas, apresentações e discussões.

Família Órbi

Localização

O primeiro dilema a ser vencido foi o local, a estrutura física que abrigaria tamanho empreendimento. Muito se cogitou sobre grandes prédios em pontos nobres. Cogitou-se também pequenos galpões em locais humildes, na tentativa de balancear custo, acesso e atratividade. E depois de muitos cálculos, visitas à imóveis e pesquisas chegou-se a conclusão – o atual prédio do Antônio Carlos Plaza seria um edifício perfeito para o Órbi. Está localizado em um ponto central da cidade, com inúmeras linhas de ônibus e o metrô bem próximos da localidade.

Antônio Carlos Plaza
Prédio do Órbi, na Av. Antônio Carlos

Marca

Outro ponto que envolveu grande energia foi a criação da marca e do nome. Um longo brainstorm proporcionado por um grupo de 25 pessoas trouxe muitas ideias. Mas, com muita competência, foi preciso o time de marketing do banco Intermedium entrar em cena. Se a proposta era criar um centro gravitacional de inovação, a palavra órbita traduzia com assertividade o tema que seria abordado, mas faltava unicidade, elegância, conotação. E a redução da palavra para Órbi proporcionou brilhantismo em todos os aspectos que envolvem uma identidade visual.

O projeto arquitetônico também já está definido, com pequenas adaptações a serem estudadas. A proposta é termos até o final de Julho deste ano não apenas um espaço de coworking. Pensamos maior e precisamos de mais. E com isto queremos um núcleo de atração de grandes forças que compõem todo o ecossistema mineiro e brasileiro de inovação.

Próximos passos

Com os pouco mais de dois meses que faltam até chegarmos a data de inauguração, há muito trabalho a ser feito. Anna Martins está a frente da gestão e organização do negócio. Thiago Delgado, Diogo Borges e Leandro Lima focados na criação e estruturação do plano de negócios. Pedro Menezes, como porta-voz, atua na criação de pontes. Promove o laço entre as mais variadas peças desta estrutura. André e Paulo Caputo atuam garantindo a adequação das premissas de impacto social. E muitos outros empreendedores estão dedicando seu tempo e conhecimento. Todos promovendo algo que beneficiará toda a comunidade metropolitana de Belo Horizonte.

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