10 lições de marketing que podemos aprender com o Desafio do Balde de Gelo 

1. Não crie barreiras para os participantes Quase qualquer um pode adquirir gelo e água. Não há nenhum mecanismo de entrada, um formulário específico para preencher, nenhum site onde você tem que fazer upload de seu vídeo. Tudo que você tem a fazer é usar o smartphone para filmar a si mesmo, usar a tag convidar outras pessoas que utilizam a plataforma de mídia social de sua escolha. 2. Construa convites pessoais Os desafios lançados aos indivíduos não são enviados através de um e-mail. Em vez disso, eles são ditos diretamente para a câmera de um amigo para o público. É muito mais difícil de ignorar um pedido de alguém que você conhece, especialmente quando eles estão pedindo a apenas duas outras pessoas. 3. Use uma forte – e específica – chamada à ação Criar um desafio é mais inspirador do que apenas sugerir os outros a participarem. 4. A urgência é motivadora Ao dar as pessoas 24 horas pra participar, ajuda com que a pessoa não esqueça disso. É claro que é difícil pedir urgência se você está pedindo algo complexo. 5. O conteúdo deve ser curto, digerível e divertido – mas não tem de ser marcado A maioria dos vídeos são de menos de 60 segundos, e vamos falar sério, é divertido ver as pessoas despejando água gelada em si mesmas. Os vídeos não são sobre ALS, ou a pesquisa que está em andamento, e a maioria das pessoas marcaram seu conteúdo com #IceBucketChallenge, a hashtag que não tinha nada a ver com o ALSA ou a própria doença. 6. O apoio de celebridades pode atuar como um ponto de inflexão Antes você precisava ser encontrado pela mídia para que sua campanha se tornasse viral. Mas esses dias, celebridades (e outros influenciadores) são os próprios canais de mídia. Elas tem um alcance forte e um público mais empenhado do que muitos veículos de comunicação tradicionais. 7. Use o Efeito Benjamin Franklin para tirar vantagem É um fenômeno psicológico que mostra que alguém que já tenha feito um favor para alguém é mais propício a fazer outro favor para que esta pessoa. Originalmente, o Desafio do Balde de Gelo foi assim: Doação de dinheiro ou despejar água gelada em sua cabeça. Mas muitas pessoas, após despejar água gelada sobre a sua cabeça, doaram. O efeito Benjamin Franklin diz que, ao fazer um único favor (como a água gelada que se joga sobre a cabeça para construir a consciência sobre uma causa), você diz a si mesmo que quem quer que você estava ajudando é digno de outro favor. E depois de ter feito o primeiro favor, você está mais propenso a apoiá-los novamente (talvez com a doação de dinheiro, por exemplo.) 8. O dinheiro não é o centro das atenções Talvez as doações são, em alguns aspectos, a métrica de sucesso mais surpreendente: Afinal de contas, a maioria dos vídeos que desafiam os outros não ligar para a organização ou mesmo nomear o ALSA. O dinheiro é claramente uma parte do desafio e as doações de fato dispararam, mas ninguém está implorando para você doar. E enquanto muitas pessoas que participam do desafio estão fazendo tanto, há uma oportunidade de participar para aqueles que não têm o rendimento disponível para doar, sem culpa associada. 9. A originalidade é um mito Acreditamos que a originalidade é um mito: de que nada vem do nada. E o Desafio do Balde de Gelo é um exemplo perfeito. Ele surgiu como uma maneira de estimular doações de caridade, mas não foi ligado à ALS especificamente. 10. Junte-se a conversas existentes em vez de começar uma nova Esta “campanha” não foi iniciada por uma organização ALS. Em vez disso, depois que viram que os participantes foram falando da ALS em seus vídeos, o ALSA saltou a bordo. Já foram criadas várias campanhas parecidas depois dessa, mas por que não chamar atenção de quem se preocupa com a sua causa?]]>